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Carreiras, horários de trabalho e aposentação são aspetos sobre os quais o Governo adia soluções para os problemas que afetam os docentes
  
ASPL, FENPROF, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE, SIPPEB E SPLIU confirmam a realização de Greve Nacional de Professores e Educadores, em março. Esta Greve será concretizada por regiões, obedecendo à seguinte sequência:
 
-        13 de março, terça-feira: Região da Grande Lisboa (Lisboa, Santarém e Setúbal) e RA da Madeira;
-        14 de março, quarta-feira: Região Sul (Coimbra, Viseu, Aveiro, Leiria, Guarda e Castelo Branco);
-        15 de março, quinta-feira: Região Centro (Évora, Portalegre, Beja e Faro);
-        16 de março, sexta-feira: Região Norte (Porto, Braga, Viana do Castelo, Vila Real e Bragança) e RA dos Açores.                              (ler mais)

 

 

O SIPE  realizou plenários em variadíssimos agrupamentos do País, onde recolheu as opiniões dos professores e Educadores, inclusive análise de formas de luta a realizar brevemente.

 

No dia 9 de fevereiro, às 14h30, iremos reunir com os restantes sindicatos para concertar ações conjuntas.

 

Lê a noticia no DN

 

"Sindicatos de professores alinhados no regresso à greve já em março"

 

 

"Também Júlia Azevedo, líder do Sindicato Independente dos Professores e Educadores (SIPE), uma das organizações independentes com maior representatividade, apontou o caminho da luta como provável. "Temos feitos plenários nas escolas mais ou menos a nível nacional, por agrupamentos", contou. "E os colegas são unânimes na ideia de que não podemos esperar pelo resultado destas negociações, porque elas não estão a ser levadas a bom porto, e devemos avançar com propostas de greves e manifestações."

 

 

 

Juntos conseguimos

 

O SIPE reuniu no dia 24 de janeiro com a Secretária de Estado do Emprego e Administração Pública e a Secretária de Estado da Educação.

 

Esta reunião tinha como objetivo iniciar o processo negocial relativo à recuperação do anos do congelamento que, conforme acordado com os sindicatos terá início nesta legislatura e terminará na próxima.

 

Foi-nos informado que, devido ao facto de não terem os dados todos dos professores, pois as escolas ainda estão a proceder ao recenseamento, a reunião ficaria adiada para 28 de fevereiro.

 

Além de inaceitável consideramos incompreensível o Ministério querer fazer condicionar o número de professores em cada escalão com a recuperação do tempo de serviço do congelamento, tempo esse que nos é devido por direito pois trabalhamos, cumprimos e efetuamos os descontos.  (Ler mais) 

 

     Lê a notícia no DN                

 

Organizações sindicais vão solicitar audiência ao Primeiro-Ministro, em Carta Aberta a divulgar na próxima sexta-feira, e iniciar debate com os professores sobre recurso à greve, realização de concentrações, vigílias, manifestações e outras formas de luta.

 

ASLP, FENPROF, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE, SIPPEB e SPLIU, organizações sindicais de educadores e professores subscritoras, em 18 de novembro, p.p., da Declaração de Compromisso assinada com o Governo, reuniram hoje (17 de janeiro) para avaliar os processos negociais em curso e discutir as eventuais ações e lutas a desenvolver pelos docentes em defesa da sua carreira e contra mais penalizações e discriminações.  (Ler mais)

 

Reunião a realizar em 17 de janeiro juntará, de novo, as organizações que, em novembro, subscreveram a Declaração de Compromisso

 

A proposta divulgada pelo Ministério da Educação, de reposicionamento dos docentes retidos no 1.º escalão durante o período de congelamento, mereceu o desacordo de todas as organizações sindicais de docentes. Trata-se de uma proposta destinada a provocar perdas ainda maiores de tempo de serviço, a acentuar desigualdades e que, se fosse o caminho para o reposicionamento, seria fortemente penalizadora.

 

As organizações sindicais de docentes defendem um processo de recomposição da carreira que restitua, aos docentes, o direito a nela progredirem e chegarem ao topo nos tempos que a lei estabelece. (ler mais)

 

 

O SIPE discorda totalmente com o projeto de portaria apresentado pelo ME.

 

Evidentemente que o tempo de serviço prestado em funções docentes deve ser contabilizado na totalidade para efeitos de progressão na carreira.

Estamos, no entanto, em total desacordo, com a não contabilização do tempo de serviço antes da profissionalização, bem como de outros travões colocados a estes docentes.


Constatamos mais uma vez que da política de reposicionamento do ME vão resultar ultrapassagens e falta de equidade. Ou seja, docentes com o mesmo tempo de serviço que tenham ingressado na carreira em momentos diferentes vão ficar posicionados em escalões diferentes....

 

O que consideramos totalmente inaceitável!


Notícia DN - 10 de janeiro 2018

 

 

O Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE) manifestou-se hoje disponível para discutir formas de luta conjuntas com os outros sindicatos, depois de ter saído da reunião no Ministério da Educação com uma proposta que classifica como "grande desilusão".

 

 

 

 

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