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A Frente Sindical de Docentes, constituída pelos sindicatos de professores ASPL, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPPEB, SIPE e SPLIU, decidiu convocar greve a todo o serviço docente e realizar uma concentração no próximo dia 15 de Novembro em convergência com a FENPROF e a FNE.


Os Dirigentes destes sindicatos apelam a todos os docentes para uma forte adesão às iniciativas e formas de luta a implementar, designadamente à greve anunciada para o dia 15 de Novembro e à participação na respetiva concentração.

 

 

 

NOTÍCIA NA TSF

Frente sindical de docentes marca greve para dia 15 de novembro

 


 

 

COMUNICADO (pdf)

 

 

Depois de sucessivos ataques à profissão docente, à nossa dignidade e qualidade de vida enquanto cidadãos e professores, temos de nos UNIR.

 

Lançamos-te um repto para que te manifestes junto do Presidente da República, do Primeiro Ministro e dos Grupos Parlamentares mostrando a tua indignação pela tratamento discriminatório de que estamos a ser alvo.

 

O tempo de serviço prestado no período de congelamento não pode ser retirado à carreira dos docentes!

 

Preenche esta carta e envia-a para os endereços que te remetemos.

 

Só juntos conseguimos!

 

Tabela de vencimentos.

Endereços

 

SOLIDÁRIA COM A GREVE DE 27 DE OUTUBRO

 

A Frente Sindical de Docentes que integra os sindicatos, ASPL, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPPEB, SIPE e SPLIU, face à gravidade da proposta da lei de Orçamento de Estado para o ano 2018, que prejudica a carreira dos docentes, reuniu hoje em Lisboa pelas 15 horas.
Nesta reunião foram decididas as seguintes medidas:


Ser solidário com a greve da Função Pública, agendada para o dia 27;
Entregar um documento reivindicativo no dia 6 de novembro no ME, pelas 15h;
Pedir agendamento de reunião aos grupos parlamentares;
Sensibilizar a classe docente para a necessidade de uma posição forte face às propostas do governo que prejudicam a progressão na carreira de todos os docentes;
Adotar todas formas de luta necessárias contra a discriminação dos docentes.

 

Frente Sindical de Docentes, 25 de outubro de 2017

 

Efetuamos um estudo sobre o que ao longo dos anos de congelamento perdemos.
​O gráfico infra mostra a perda de um docente no seu recibo de vencimento (em média).
O Ministério da Educação não vai contabilizar esses anos, ao contrário dos restantes funcionários Públicos.

Mediante mais esta enorme injustiça para com os Professores/Educadores, o SIPE reuniu de urgência a direção nacional na Sede de Aveiro.

 

1.    O SIPE exige de imediato reunião com o Ministério da Educação;

2.    Apela à União de TODOS os Sindicatos, pois considera que a luta é transversal a todos os Docentes e só há pontos que nos unem;

3.    Não vai tolerar esta discriminação, na qual quase dez anos de serviço e de trabalho intenso sejam APAGADOS e irá utilizar TODOS os recursos ao seu alcance para repor justiça.


Esta é uma altura de FORÇA de todos os DOCENTES!

 

Ver mais

SIPE apela à união de todos os professores e educadores

 

Depois de sucessivos ataques à Profissão Docente, à nossa dignidade e qualidade de vida enquanto cidadãos e professores, temos de nos JUNTAR e UNIR

 

Pela recuperação salarial do tempo descongelado;

Pela aposentação especial tendo em conta a nossa especificidade e desgaste;

Por horários de trabalho justos com definição clara do que é o apoio individual e cuja redução por idade e tempo de serviço reverta para trabalho individual;

Por um modelo de concurso que respeite em todos os momentos a graduação profissional;

Por um Modelo de Gestão Democrático;

Pela Dignificação da Carreira Docente

 

BASTA! Não vamos ficar calados! Junta-te a nós, a luta também é tua!

 

Análise do Orçamento de Estado

 

É absolutamente inaceitável a discriminação do Governo para com os professores. Ao contrário dos Funcionários Públicos (cujos pontos na avaliação vão ser todos contabilizados)  todo o tempo de congelamento não será contabilizado.

 

O Ministério das Finanças argumenta que quando se estabeleceu o primeiro congelamento, o legislador disse duas coisas: 1) nas carreiras que tenham pontos, elas são contabilizadas (para efeitos de progressão quando o descongelamento ocorresse); 2) nas carreiras cujo elemento determinante na progressão seja o tempo, esse tempo é congelado e não conta.

 

O SIPE já pediu uma reunião de urgência ao Ministério da Educação e vai reunir a sua direção nacional para determinar formas de combate a mais esta enorme injustiça e discriminação.

 

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A PARTIR DO DIA 1 DE JANEIRO DE 2018 AS CARREIRAS DEIXAM DE ESTAR CONGELADAS
 
 
Não te deixes apanhar
 
 
DESCONGELAMENTO E APOSENTAÇÃO - JÁ
 
 
 
EM DEFESA DA REPOSIÇÃO E MELHORIA DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO
 
 
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