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  • Atualização Negocial: O Futuro dos Concursos Docentes

    O SIPE continua empenhado na defesa dos direitos dos docentes e na transparência de todo o processo negocial com o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI). Queremos manter-te a par dos desenvolvimentos cruciais das últimas reuniões e pedimos-te que participes na construção de um diploma que é tão importante para a nossa vida pessoal e profissional. Segue um breve resumo:

     

    REUNIÃO 27 DE ABRIL – LINHAS MESTRAS

     

    Nesta reunião, foram analisados os primeiros cinco artigos do Tema II – Recrutamento e colocação de Professores e reafirmados os pilares fundamentais pelos quais o SIPE sempre se debateu:

    • Concurso Nacional e Centralizado;
    • Periodicidade Anual;
    • Graduação Profissional: Mantém-se como o único e justo critério para a colocação de docentes.

     

    Estrutura dos Concursos: Ficou definida a existência de dois procedimentos distintos:

    1. Procedimento Concursal Interno (QA e QZP) e Externo que passa a denominar-se (PCIE): destinado à mudança de Quadro de provimento (Concurso Interno) e à Vinculação de docentes (Concurso Externo).

    2. Procedimento Concursal em Contínuo (PCeC): Destinado a suprir necessidades temporárias ao longo de todo o ano letivo, através de ciclos regulares.

     

    FUNCIONAMENTO DO CONCURSO EM CONTÍNUO

    1.º Ciclo de Colocação: Ocorre antes do início do ano letivo após a conclusão do PCIE e a identificação do maior número de horários. (Corresponde à anterior Mobilidade Interna) e tem efeitos a 1 de setembro.

    Quem concorre:

    QZP, QA sem componente letiva e QA que pretendam mobilidade.

    Docentes que não obtiveram colocação no primeiro ciclo do PCIE;

    Candidatos com formação científica e pedagógica;

    Candidatos com formação apenas científica.

     

    Após este ciclo, o concurso permanece aberto de forma Dinâmica e Contínua.

    NOTA: os docentes podem candidatar-se ou alterar dados a qualquer momento, conferindo dinâmica ao sistema de colocações.

     

    Próximos Passos

    A negociação prossegue já no próximo dia 11 de maio, onde voltaremos à mesa com o MECI para discutir, entre outros temas fundamentais, a definição das prioridades em todas as fases dos concursos.

    Na próxima semana iremos realizar reuniões sindicais de esclarecimento por todo o País para ouvirmos a tua opinião.

    Continuaremos vigilantes e firmes na defesa de um sistema de recrutamento e colocação justo e transparente.

    ENVIA A TUA OPINIÃO PARA SIPE.NACIONAL@GMAIL.COM

     

    CONTA SEMPRE CONNOSCO!

    Equipa SIPE

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  • Resultados da Reunião MECI - SIPE 27 de abril

    A presidente do SIPE, Júlia Azevedo, alertou para a importância de garantir justiça nas colocações — há professores deslocados enquanto vagas posteriores são atribuídas a colegas com menor graduação.

     

    O Ministério pretende manter um concurso nacional anual e criar um concurso contínuo, com base numa lista única de docentes sempre atualizada, substituindo os atuais mecanismos.

    A presidente do SIPE, Júlia Azevedo, alertou para a importância de garantir justiça nas colocações — há professores deslocados enquanto vagas posteriores são atribuídas a colegas com menor graduação.

    O SIPE defende:
    ✔️ Levantamento rigoroso de vagas
    ✔️ Abertura do concurso contínuo a todos antes do início do ano letivo
    ✔️ Possibilidade de docentes de quadro escolherem a sua vaga
    ✔️ Funcionamento contínuo do sistema a partir de setembro para necessidades temporárias

     

    Na reunião negocial, foram analisados dois artigos-chave que irão estruturar o novo modelo: centralizado, anual e baseado na graduação profissional.

    Apesar de considerar positiva a intenção de acelerar colocações e evitar alunos sem aulas, o SIPE sublinha que ainda é difícil tomar uma posição sem conhecer o articulado completo.

     

    📅 Próxima reunião: 11 de maio

     

    Consulta as notícias na comunicação social:

     

    Jornal Económico


    “O SIPE sublinha a importância estratégica deste debate, reiterando a necessidade de um modelo de colocação que responda eficazmente às necessidades das escolas e respeite os direitos e expectativas dos profissionais de educação. Mais, o modelo de concursos tem de ser centralizado no MECI e a colocação dos docentes deve ser por graduação profissional”, afirma Júlia Azevedo.

     

    Notícias ao Minuto

    "Um concurso contínuo de professores, sempre em funcionamento para responder às necessidades da escola, "com justiça nas colocações" foi o que pediu hoje ao Governo o Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE)."

     

     

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  • Resultados da Reunião do SIPE com MECI, 2 de março

    Júlia Azevedo destacou duas garantias primordiais:

    O vínculo dos professores e educadores será sempre com o Ministério da Educação.

    A colocação dos professores em todos os momentos do concurso será feita exclusivamente por graduação profissional.

     

    1. Garantias Fundamentais, conseguidas pelo SIPE
    Júlia Azevedo destacou duas garantias primordiais que, embora não estejam plasmadas na proposta do diploma do Estatuto da Carreira Docente (ECD), foram registadas em ata, o que confere segurança aos docentes:
    Vínculo com o Ministério: O vínculo dos professores e educadores será sempre com o Ministério da Educação e não com qualquer outra entidade.

    Graduação Profissional: A colocação dos professores em todos os momentos do concurso será feita exclusivamente por graduação profissional, um ponto que o SIPE considera inalienável.

    2. Divergências no Período Experimental
    O SIPE manifestou um desacordo profundo quanto às condições para a dispensa do período experimental:
    A proposta do MECI: Exige 730 dias (2 anos) num período de 5 anos.
    A crítica do SIPE: Júlia Azevedo explicou que muitos docentes vivem numa situação de precariedade, "tapando buracos" com contratos curtos (ex.: 30 dias) ou horários incompletos que dificultam a contabilização destes dias no prazo de 5 anos.
    Contraproposta: O sindicato propõe baixar a exigência para 365 dias nos últimos 5 anos ou, em alternativa, manter os 730 dias mas retirar o limite temporal de 5 anos.

    3. A Rede de Profissionalização
    Existe uma preocupação séria com os docentes que têm 3 anos para obter a profissionalização. O SIPE alerta que:
    Não existe atualmente uma rede de profissionalização capaz de dar resposta em todo o país (interior, litoral, Alentejo, etc.).
    O sindicato exige que o Ministério garanta as vagas necessárias, para que um docente não seja prejudicado após dar 3 anos de serviço por um motivo que não lhe é imputável.


    4. Postura Sindical e Incidente com o STOP
    Questionada sobre o afastamento do sindicato STOP das negociações devido a protestos à porta do Ministério, Júlia Azevedo foi clara:


    Considera legítimo que qualquer força sindical utilize a pressão e a manifestação quando sente que os direitos não estão a ser respeitados.

     

    Afirmou que, no entendimento do SIPE, a realização de um plenário ou manifestação à porta não é impeditiva da reunião negocial.

     

    Ressalvou que o SIPE tem optado por uma via de acordos, destacando conquistas como a recuperação do tempo de serviço, o subsídio de deslocação até 500 euros e a criminalização da agressão a professores.

    5. Expectativas Futuras
    O SIPE espera que a versão do documento a ser enviada pelo Ministério no dia seguinte já esteja muito próxima do projeto final, reconhecendo que houve aproximações significativas, embora ainda existam questões pendentes que poderão exigir novas reuniões de clarificação.

     


     

    Lê as notícias na comunicação social

     

    RTP Notícias

     

    Em comparação com a proposta inicial, discutida há duas semanas, o executivo introduz também a dispensa do período experimental para professores com, pelo menos, 730 dias de tempo de serviço. Júlia Azevedo elogiou a garantia da graduação profissional como único critério de seriação, mas considerou insuficiente a proposta referente ao período probatório.

     

    Público

     

    O mesmo entendimento tem o Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE). "Neste momento nós sabemos que não se consegue dar vazão à profissionalização. Uma coisa tem de ficar clara: um professor ou um candidato a professor não pode estar a dar três anos da sua vida após a formação científica e no fim não ter esse acesso à profissionalização. Se o motivo não for imputável ao próprio, acho que tem de haver uma garantia do ministério que consegue profissionalizar aquele docente. E isso não ficou garantido", frisou a presidente do SIPE, Júlia Azevedo

     

    Não podemos Parar.

    Todos Unidos Conseguimos

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  • SIPE entrega parecer sobre a correção urgente das ultrapassagens à Comissão de Educação e Ciência

    “A correção destas ultrapassagens é uma exigência de justiça material e de respeito pela Constituição”, afirma Júlia Azevedo, Presidente do SIPE.


    O SIPE entregou à Comissão de Educação e Ciência um parecer jurídico detalhado que fundamenta a necessidade de uma solução legislativa que reponha a equidade.

     

    O SIPE – Sindicato Independente de Professores e Educadores reafirma a necessidade urgente de corrigir as ultrapassagens na carreira docente, atualmente em discussão na Assembleia da República através do Projeto de Lei n.º 285/XVII/1.ª, que visa garantir um reposicionamento justo e conforme aos princípios constitucionais de igualdade.


    O sindicato considera que as alterações introduzidas ao Estatuto da Carreira Docente entre 2007 e 2010, bem como a aplicação da Portaria n.º 119/2018, criaram uma distorção estrutural grave, permitindo que docentes com menos tempo de serviço ultrapassassem colegas mais antigos na progressão e na remuneração.


    Desde o primeiro momento, o SIPE assumiu um papel ativo e consequente na defesa dos professores, através da apresentação de queixas ao Provedor de Justiça, da entrega em 2021 da Petição n.º 321/XIV/3.ª na Assembleia da República, da interposição de ações judiciais coletivas e individuais e da defesa firme desta matéria em sede negocial com o Ministério da Educação.


    Para o SIPE, a atual situação viola os princípios constitucionais da igualdade, da justiça e da proteção da confiança, entendimento sustentado por jurisprudência consolidada dos tribunais superiores. A inversão da posição relativa na carreira com base apenas em alterações legislativas não pode prevalecer sobre o respeito pelo tempo efetivo de serviço prestado.


    O Sindicato entregou à Comissão de Educação e Ciência um parecer jurídico detalhado que fundamenta a necessidade de uma solução legislativa que reponha a equidade.

    “A correção destas ultrapassagens é uma exigência de justiça material e de respeito pela Constituição”, afirma Júlia Azevedo, Presidente do SIPE.

     

    O SIPE continuará a intervir por todas as vias institucionais e jurídicas ao seu alcance até que seja garantido o tratamento igual para todos os docentes.

     

    Consulta o Parecer do SIPE entregue à Comissão de Educação e Ciência

     

     

    SIPE – A lutar pelos Professores e Educadores, a defender a Escola Pública.

    Valorizar quem Está. Atrair Quem Vem.

    Todos Unidos Conseguimos.

     

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  • SIPE ganha processo coletivo contra CGA

    Todos os sócios do SIPE que reúnam as condições têm direito à reinscrição na CGA.
     

    Esta foi uma luta complexa, trabalhosa, mas acima de tudo, altamente satisfatória, que o SIPE acaba de ganhar.

     

    É com um sentimento de tremendo orgulho, regozijo, justiça e vitória que o SIPE tem o gosto de anunciar que a ação coletiva interposta a 03/06/2022 referente ao direito de reinscrição de todos os seus associados na Caixa Geral de Aposentações, foi considerada totalmente procedente pelo Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto.

     

    Numa fase preliminar do processo, o Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto emitiu um despacho pré-saneador em que decidiu que o SIPE, por não ter identificado nominalmente cada um dos associados na ação, estava a atuar com "vista à defesa coletiva de interesses individuais dos seus associados", tendo decidido que para a ação continuar tinha de vir ao processo identificar cada um deles e, consequentemente, cada docente associado do SIPE pagar a competente taxa de justiça.

     

    Nesse seguimento, e por manifesta discordância, o SIPE interpôs recurso desse despacho para o Tribunal Central Administrativo Norte que veio dar total razão ao SIPE e decidiu que a ação interposta versava a "defesa de interesses coletivos e, portanto, não é exigível pagamento de taxa de justiça nos termos exigidos no despacho recorrido".

     

    A ação prosseguiu então a sua normal tramitação, tendo baixado novamente à 1.ª instância que, no dia de hoje (02/10/2024), veio conceder total procedência à ação.

     

    O SIPE tem consciência que terá de aguardar o período de interposição de recurso a que os Réus têm direito (30 dias), para que a mesma transite em julgado, ou seja, não seja mais passível de recurso.

     

    Não obstante, o SIPE congratula-se desta enorme vitória em nome dos seus associados, mas também de toda a classe docente.

     

    Vale sempre a pena lutar!

    Obrigado, a todos os Professores e Educadores que se juntaram ao SIPE nesta luta. 😊

     


     

    Consulta as notícias na comunicação social.

     

    Jornal Económico

    "Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto considera “totalmente procedente” ação coletiva interposta a três de junho de 2022 visando reinscrição dos associados do Sindicato Independente de Professores e Educadores que reúnam as condições exigidas na CGA."

     

     

    CNN

    “Esta foi uma luta complexa, trabalhosa mas, acima de tudo, altamente satisfatória, que o SIPE acaba de ganhar”, anunciou a presidente do sindicato, Júlia Azevedo.

     

    RTP

    "Agora, o SIPE congratula-se com a "vitória" conseguida em tribunal, baseando-se na recente decisão do TAF do Porto que, esta quarta-feira, "veio conceder total procedência à ação", sendo agora preciso esperar os 30 dias dados ao réu para poder recorrer da decisão."

     

     

    Vale sempre a pena lutar!

    Obrigado, a todos os Professores e Educadores que se juntaram ao SIPE nesta luta. 😊

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concursos

  • Resultados - Mobilidade de docentes por motivo de doença 2026/2027

    Informa-se que os docentes que se apresentaram ao procedimento de mobilidade por motivo de doença (MPD), foram notificados dos resultados das colocações, por via eletrónica, nos termos do artigo 8.º do Despacho n.º 5868-B/2025, de 23 de maio.   Os docentes podem consultar a decisão na aplicação SIGRHE, em Situação Profissional > Mobilidade de docentes por motivo de doença – 2026/2027 > Resultado.   Os docentes cujo requerimento se encontre no estado “Admitido” e tenham obtido colocação, deverão ainda consultar a sua colocação em Situação Profissional > Gestão de Colocações/Contratos 2026/2027 > Colocações MPD.   Nota de Anexos Legislação Decreto-Lei n.º 43/2025, de 26 de março Decreto-lei n.º 41/2022, de 17 de junho Despacho n.º 5868-B/2025, de 23 de maio Aviso de abertura MPD 2026/2027   Outros Perguntas Frequentes Página da AGSE   Já sabes, qualquer questão vai ao SIPE mais perto de TI.    
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Formações

  • Educaplay- Atividades Educativas Multimédia

    Cronograma: 21/09/2026- das 18h00 às 20h30 (síncrona); 23/09/2026- das 18h00 às 20h30 (síncrona); 25/09/2026- das 18h00 às 22h00 (assíncrona); 28/09/2026- das 18h00 às 20h30 (síncrona); 30/09/2026- das 18h00 às 20h30 (síncrona); 02/10/2026- das 18h00 às 22h00 (assíncrona); 05/10/2026- das 18h00 às 20h30 (síncrona) e das 20h30 às 22h30(assíncrona); 07/10/2026- das 18h00 às 20h30 (síncrona). Específica Segundo Despacho 4840/2023.
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  • Ação de Curta Duração - Percursos pela Pólis, Inclusão, Conhecimento e Saúde

    Ação de formação presencial Ponto de Encontro a definir na Cidade de Beja. A ação de formação adotará uma metodologia ativa, participativa e experiencial, centrada na prática pedagógica e na exploração do património local como recurso educativo inclusivo. Serão privilegiadas estratégias que promovem a reflexão, a colaboração e a aplicação imediata dos conhecimentos em contextos reais de aprendizagem. 1. Metodologia Ativa e Experiencial A formação será desenvolvida através de uma saída de estudo simulada, permitindo aos formandos vivenciar o percurso como alunos e como docentes mediadores. O contacto direto com os espaços patrimoniais permitirá compreender de forma prática como estes podem ser integrados no currículo e adaptados para diferentes perfis de alunos. Serão realizadas microatividades em cada ponto do itinerário, demonstrando exemplos reais de estratégias inclusivas. No ponto intermédio do percurso (Etapa 5), será realizada uma oficina prática de elaboração de aperitivos saudáveis, orientada por uma nutricionista credenciada convidada pelos formadores. Esta atividade permitirá aos formandos experienciar estratégias inclusivas aplicadas ao contexto da alimentação e saúde, estabelecendo conexões diretas com práticas pedagógicas transversais que podem ser implementadas no contexto escolar. 2. Aprendizagem Colaborativa A ação promoverá o trabalho em pequenos grupos, incentivando a troca de experiências entre docentes de diferentes níveis de ensino. Os formandos serão convidados a discutir e coconstruir soluções inclusivas para desafios pedagógicos apresentados em cada etapa do percurso. 3. Uso de Ferramentas Digitais Será utilizado um Padlet de formação como ferramenta de registo, memória e reflexão. Os participantes irão registar fotografias, notas, reflexões e propostas de atividades ao longo do percurso, criando um portefólio colaborativo acessível e multimodal. Esta abordagem permitirá demonstrar como recursos digitais podem complementar a vivência física da saída de estudo, facilitando a aprendizagem de alunos com necessidades diversificadas. 4. Demonstração de Estratégias Inclusivas Em cada ponto do itinerário serão apresentadas adaptações metodológicas possíveis para alunos com diferentes perfis: Dificuldades cognitivas, motoras, sensoriais ou de comunicação. Necessidades de simplificação, scaffolding visual ou alternância de ritmo. Estas demonstrações permitirão aos formandos observar como os princípios do Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) podem ser aplicados no terreno. 5. Reflexão Crítica e Metarreflexão A formação incluirá momentos de paragem para reflexão orientada sobre: A aplicabilidade das atividades no contexto escolar. As dificuldades encontradas no terreno. As adaptações necessárias para turmas reais. No final, haverá um momento de síntese na Sala de Visitas da Cidade de Beja, promovendo a metacognição e a melhoria contínua das práticas docentes. 6. Integração Curricular e Transferibilidade Os formadores orientarão os participantes na identificação de ligações entre o percurso e áreas curriculares como História, Matemática, Cidadania, Artes Visuais, Português e Ciências. Serão propostas estratégias para adaptar a mesma saída de estudo a diferentes níveis de escolaridade. Os formandos serão convidados a planear uma saída de estudo inclusiva para implementar nas suas escolas. 7. Avaliação Formativa e Participada A avaliação decorrerá de forma contínua através de: Observação das interações. Registos no Padlet. Participação nas atividades e reflexões.
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  • Os Primeiros Passos na Educação Inclusiva: do Conhecimento à Prática - T6

    Cronograma Dia 10 de julho (sexta-feira) - 8h30 / 13h30 - sessão presencial Dia 13 de julho (segunda-feira) - 9h / 12h - sessão assíncrona Dia 13 de julho (segunda-feira) - 14h / 16h - sessão síncrona Dia 15 de julho (quarta-feira) - 10h / 12h - sessão assíncrona Dia 17 de julho (sexta-feira) - 14h30 / 17h30 - sessão síncrona     Conteúdos 1ª sessão (presencial) (5h): -  Introdução à Educação Inclusiva; Conceitos básicos e legislação nacional sobre inclusão (DL nº 54/2018 de 6 de julho). - Princípios da educação inclusiva e o papel do professor. - Recursos Específicos de Apoio à Aprendizagem e à Inclusão. - Tipos de Medidas de Suporte à Aprendizagem e à Inclusão. - Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) 2ª sessão (online) (5h):  Identificação das barreiras à inclusão. Estratégias Pedagógicas Inclusivas.  Diferenciação pedagógica e ensino multinível - medidas universais e medidas seletivas. Recursos organizacionais específicos de apoio à aprendizagem e à inclusão. Planeamento de aulas inclusivas. Adaptação Curricular e Avaliação Inclusiva. 3ª sessão (online) (5h): Diferenciação pedagógica e ensino multinível - medidas adicionais. Adaptação de conteúdos, métodos e avaliação para alunos com medidas adicionais (PEI, PIT, Certificação,...). Ferramentas para avaliar a participação e progresso dos alunos. Práticas de Sala de Aula Inclusiva.  Estudos de caso e simulações de cenários inclusivos. Gestão de sala de aula e promoção de um ambiente colaborativo. Trabalho Autónomo  15 horas  Pesquisa e Leitura de Materiais Complementares Leitura de artigos científicos, legislações e guias sobre educação inclusiva. Reflexão sobre as práticas inclusivas apresentadas. Elaboração e aplicação de um Plano de Aula Inclusivo.  Identificação das estratégias de ensino diferenciadas a utilizar (aplicação das MSAI e DUA). Estudo de Caso e Reflexão Crítica Análise de um estudo de caso real sobre educação inclusiva. Reflexão escrita sobre os desafios e soluções apresentadas no caso, com propostas de melhoria.
    mais informação
  • GR 100, Básico, Secun.: COMPORTAMENTOS DISRUPTIVOS EM CONTEXTO ESCOLAR

    Nova turma: Cronograma a definir     Conteúdos: Módulo 1 – Perturbações do Comportamento            Distinguir uma Perturbação de um Problema contextualizado Módulo 2 – Perturbação de Oposição            Identificar os principais sintomas/comportamentos associados à Perturbação de Oposição (PO)            Principais causas da PO Módulo 3 – Perturbação da Hiperatividade com Défice de Atenção         Identificar os principais sintomas/comportamentos associados à Perturbação de Hiperatividade com Défice de Atenção (PHDA)         Principais causas associadas à PHDA Módulo 4 – Perturbação do Comportamento         Identificar os principais sintomas/comportamentos associados à Perturbação do Comportamento         Principais causas da Perturbação do Comportamento Módulo 5 – Modelo de Conceptualização das Perturbações do Comportamento         Compreender a dinâmica do modelo apresentado         Aplicar o modelo a um caso prático Módulo 6 – Avaliação e Intervenção         Conhecer possíveis estratégias de intervenção para lidar com comportamentos desajustados e preveni-los Módulo 7 – Estudos de Casos         Discutir casos práticos apresentados pelos formandos, identificar a perturbação e delinear possíveis estratégias de intervenção
    mais informação

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Intervenção Júlia Azevedo Manifestação 19 maio 2018

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